Rafael Kiso
🧡CMO da @socialmlabs
🔸Aprenda Marketing Digital baseado em Dados
🫡 Mais de 100k alunos, 2 livros best sellers
👇 O Novo Mapa das Mídias Sociais
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Turma, chegou o grande momento de alavancar sua carreira e levar seu perfil no Instagram para o próximo nível! 🥳 Parabéns a todos que já se inscreveram no curso Engaje&Venda+. Sem dúvida, vocês estão à frente dos concorrentes 🚀 Ter escolhido fazer parte desse time foi uma decisão muito importante, pois tudo o que expliquei proporcionará o que você sempre desejou: um perfil que atrai seguidores qualificados, é engajado e transforma seguidores em clientes, e clientes em promotores da marca. 👉 Agora, se você está cansado de desperdiçar tempo e dinheiro em cursos que prometem resultados rápidos e fáceis. Está exausto de seguir hackzinhos e atalhos sem fundamento, apenas porque dizem por aí que funciona. Se quer resultados reais e não sabe por onde começar: por que ainda não se inscreveu? ⏰ Fique tranquilo, ainda há tempo! 🌟 Acesse o link na bio e garanta sua vaga. 👉 Se você já é aluno, me conta: quais resultados você teve com o curso?
Está no ar o episódio do #TalksbyLeo com Rafael Kiso, fundador e CMO da mLabs, a maior plataforma de gestão de mídias sociais do Brasil, usada por mais de 130 mil marcas. Ele é autor best-seller e uma das principais referências do país em marketing digital baseado em dados. Neste episódio, Kiso volta ao TalksbyLeo para uma conversa atual sobre como criar conteúdo em um cenário cada vez mais saturado, as mudanças nos algoritmos das plataformas, o futuro do profissional de social media e as oportunidades com a IA generativa. #podcast #talksbyleo #marketingdigital #algoritmo #creatoreconomy #inteligenciaartificial
Como vender mais nas mídias sociais? Comece entendendo uma coisa: ninguém compra produto primeiro. Compra confiança. E confiança só nasce de duas formas: 1. Indicação (UGC). 2. Autoridade percebida, quando você fala mais sobre o que sabe do que sobre o que vende. Os dados deixam isso claro. 43% deixam de seguir um perfil por excesso de autopromoção (HubSpot). 74% desistem de comprar por excesso de publicidade (Accenture). Não é falta de oferta. É excesso. Mídias sociais não são vitrine. São ambiente social. É relacionamento, diálogo, presença. Quando a marca usa o canal como panfleto digital, perde o principal ativo: credibilidade. Por isso Social Selling funciona. Porque a venda acontece dentro da conversa, não fora dela. No fim, vender mais não é falar mais de si. É gerar segurança suficiente através de conteúdo e UGCs para que alguém escolha você sem medo. Faz sentido?
Como usar o repost do Instagram de forma estratégica? 56% já testaram e quem testou gostou. Esse dado é interessante porque mostra duas coisas: 1. Ainda estamos no início da adoção. 2. Quem usa, enxerga valor. 🔎 Repost não é a mesma coisa que compartilhamento. Compartilhar (via DM ou Stories) é distribuição privada ou efêmera. Repost é distribuição pública e permanente no seu perfil. Quando você compartilha, você indica. Quando você reposta, você associa sua marca àquele conteúdo. Se bem utilizado, o repost pode servir para: - Reforçar autoridade ao destacar análises ou dados de terceiros - Curar conteúdo estratégico do seu ecossistema - Amplificar depoimentos e provas sociais - Estimular UGC de forma estruturada - Mostrar alinhamento com tendências sem depender só de produção própria Mas existe um risco. Se você reposta sem contexto, vira apenas replicador. Se você adiciona comentário estratégico, vira curador. O público não quer volume. Quer repertório, critério e clareza de posicionamento. Repost estratégico é quando você usa o conteúdo de outro como ponto de partida para sua própria interpretação. Faz sentido?
Como usar UGC para crescer no Instagram? UGC não é só um cliente dizendo “gostei”. É quando ele mostra, ensina, reage ou conta a história do uso na prática. E isso muda tudo. Porque não parece publicidade, é vivência. E hoje esse tipo de conteúdo pode influenciar decisões de compra muito mais do que um publipost tradicional. O motivo é simples: existe verdade ali. E autenticidade é o que mais pesa nas redes sociais. Para pequenos negócios, isso é ouro. Em vez de investir tudo em mídia, faz mais sentido investir em experiência. Uma embalagem bem pensada. Um atendimento memorável. Um momento que dê vontade de compartilhar. Até o “Zé da Padaria” pode gerar conteúdo espontâneo se criar algo que as pessoas queiram mostrar. Quando a experiência vira parte da identidade do cliente, ele compartilha sem que você peça. Não é sobre transformar clientes em influenciadores. É sobre transformar clientes em protagonistas. E esse é o ponto: UGC não é uma estratégia de conteúdo. É uma estratégia de comunidade. Porque no fim, o que impulsiona alcance não é só o que você publica… é o que as pessoas escolhem contar sobre você. Faz sentido?
Ter podcast ainda vale a pena em 2026? Hoje, quem te ouve por mais tempo tende a confiar mais em você. E é exatamente por isso que o podcast virou um ativo estratégico. Decisões de compra estão sendo cada vez mais impactadas por conversas aprofundadas, não por publiposts rápidos no feed. O motivo é simples: o podcast cria tempo de exposição e cria contexto. Enquanto um post disputa segundos de atenção, um episódio constrói relacionamento. Quem escuta até o fim já atravessou uma jornada: descoberta, consideração e muitas vezes, confiança. Por isso, para empreendedores, o podcast não é só conteúdo. É um ativo estratégico que ajuda no posicionamento. Ele fortalece autoridade. Gera leads mais qualificados. E amplia networking. Enquanto nas mídias sociais você precisa de múltiplos posts para construir uma mensagem marcante, um único episódio permite aprofundar ideias, explorar nuances e transmitir perspectiva. Outro ponto importante: ter um podcast potencializa suas mídias sociais. Cada episódio pode virar dezenas de recortes para Reels, TikTok ou Shorts. No fim, não é sobre escolher entre conteúdo curto ou longo. É sobre entender que: atenção constrói alcance. Mas tempo constrói confiança. E confiança é o que sustenta influência de verdade. Faz sentido?
Qual é a importância do Compartilhamento no Instagram? 📊 Se as pessoas compartilham posts com frequência, alcance não é só entrega do algoritmo, é também decisão do ser humano. Quando alguém envia um conteúdo, ele deixa de ser mero consumo e vira recomendação. 💡 Antes de publicar, talvez a pergunta mais honesta seja: você pagaria pelo menos R$1 por esse post? Se a resposta for não, imagina os outros... Posts altamente compartilháveis não surgem por acaso. Eles são construídos com intenção clara de utilidade ou endosso. ⚠️ Talvez o gargalo não esteja no algoritmo, mas na ausência de conteúdo que desperte o impulso natural de enviar. Conteúdos que economizam tempo, resolvem um problema, traduzem um sentimento ou provocam reflexão tendem a circular. O restante apenas passa pelo feed. No fim, alcance orgânico é transferência de valor entre pessoas. E essa validação pesa mais do que qualquer distribuição automática pelo feed. Faz sentido?
Vale a pena postar primeiro no TikTok? Depende do que você está medindo, e de como você está jogando o jogo. As duas plataformas partem de lógicas diferentes. O TikTok é estruturado por interesses. Ele testa seu vídeo direto com pessoas que já demonstraram interesse naquele tema. Se gera retenção, comentário, compartilhamento, ele continua distribuindo. É um modelo mais meritocrático em que reação ao conteúdo pesa mais do que o tamanho do autor. Já o Instagram carrega a lógica da teoria dos grafos. Você tem um autor e seus nós (seus seguidores) e o conteúdo costuma ser entregue primeiro para uma amostra dos seus recém seguidores para depois expandir. Ou seja: o desempenho entre seus próprios seguidores influencia o quanto você vai alcançar além deles. Mas aqui está o ponto que quase ninguém entende: Isso é teoria de distribuição, não é garantia de performance. Se você viralizou no passado e construiu uma base desengajada, ela pode virar gargalo. Seu conteúdo pode performar muito bem no TikTok e não repetir o resultado no Instagram. Não porque o formato é pior, mas porque a amostra inicial não reage. Então a pergunta certa não é “qual entrega mais?”. É “qual conteúdo gera mais valor?”. Nos dois casos, o que sustenta distribuição é relevância e o princípio é o mesmo: se as pessoas se importarem com o que você diz, a plataforma continua mostrando. Se não se importarem, nenhuma estratégia de replicação vai salvar. No fim, não é TikTok versus Instagram. É conteúdo raso versus conteúdo relevante. Faz sentido?
O CTA enviando para o link na bio ainda funciona no Instagram? 👇 75% dizem que clicam sempre, frequentemente ou às vezes quando a legenda direciona. Porém, o clique não é espontâneo, ele é induzido por contexto. Pedir para alguém clicar no link na bio é pedir que ela interrompa o fluxo natural da plataforma e mude de ambiente. E toda mudança de ambiente gera fricção. Então, é necessário analisar se o seu conteúdo gera intenção suficiente para justificar essa fricção. Quando o público não clica, muitos perfis culpam o algoritmo. Raramente analisam se a narrativa construiu valor antes do convite. Afinal, o link não é o problema, a ausência de progressão estratégica na mensagem é. Na prática, isso significa que o CTA não pode aparecer no fim como obrigação. Ele precisa ser consequência lógica do conteúdo. Primeiro você gera clareza, depois gera interesse e só então direciona. Quando o convite é natural dentro da narrativa, o clique deixa de parecer uma interrupção e passa a ser continuação. Faz sentido?
Como usar o Reels de teste para crescer no Instagram? Pequenas mudanças já alteram a forma como o conteúdo é percebido. E é aí que entra uma das ferramentas mais subestimadas do Instagram: o Reels de teste. Ele muda completamente a lógica do medo de errar. Porque não aparece na sua grade. Não é entregue para seus seguidores. E vai apenas para uma amostra de não seguidores. Ou seja: você pode testar sem “queimar” audiência. E dá para ir além. Você pode subir o mesmo vídeo três vezes mudando só o gancho inicial. O algoritmo entrega para grupos diferentes. Você compara os resultados. Publica o vencedor. Deixa de ser achismo criativo. Vira um teste controlado. No fim, não é sobre postar para seguidores. É sobre testar com lógica para aprender. Quem entende isso começa a usar o Instagram como laboratório, não como vitrine de ego. Porque em 2026, crescer não vai ser sobre ter mais seguidores. Vai ser sobre entender melhor o que faz alguém querer continuar assistindo. Vai ser sobre ser autêntico a ponto de você se destacar dos outros que estão copiando a mesma coisa. E com os testes de Reels, você consegue ter uma noção melhor do que vai funcionar ou não. Faz sentido?
Qual é a melhor estratégia para Stories? 👇 (E se a obsessão por Reels estiver te fazendo negligenciar o formato que realmente constrói relacionamento?) Os dados mostram que Stories são o formato mais publicado e também o mais consumido. Ainda assim, o planejamento estratégico das marcas continua girando quase todo em torno de alcance e descoberta através de reels. O erro estratégico é usar Stories apenas para repostar conteúdo do feed ou empilhar ofertas. Quando isso acontece, a marca ocupa espaço, mas não constrói vínculo. E presença sem vínculo não sustenta consideração nem decisão. Stories funcionam porque simulam convivência. Bastidor, opinião, pensamento em tempo real e pequenas narrativas criam a sensação de proximidade. Na jornada do cliente, é um formato fortíssimo para consideração e retenção. É onde a confiança é reforçada e onde a marca deixa de parecer empresa para parecer alguém. Não é sobre escolher entre Reels ou Stories. O problema é quando a estratégia valoriza o crescimento de seguidores sem estruturar a conexão. Use os Stories como conteúdo estratégico, não apenas para preencher presença. Faz sentido? 💬
Qual o melhor horário pra postar no Instagram em 2026? A resposta real é: depende. Mas não depende de achismo. O problema nunca foi falta de conteúdo. O problema sempre foi falta de leitura estratégica do que funciona, do que não funciona e do que vale repetir. E o maior exemplo disso é a obsessão do mercado por “melhores horários para postar”. Durante anos, as pessoas seguiram o gráfico do próprio Instagram dizendo quando a audiência está ativa. Só que isso quase nunca ajudou de verdade. Na prática, só fez todo mundo postar junto. No mesmo horário. Aumentando a competição. Diminuindo a chance do seu post aparecer. E muitas vezes, postar um pouco antes do “rush” já te coloca em vantagem. Só que melhor do que adivinhar, é descobrir seu melhor horário real. Com base em dados do seu perfil, do seu histórico e do seu público. E é aqui que entra o uso certo de IA em 2026. IA não é pra substituir criador. É pra aumentar clareza de decisão. A mLabs, por exemplo, cruza três camadas que fazem sentido: seu histórico de performance, o comportamento dos concorrentes e os padrões de perfis semelhantes no seu segmento. Ou seja: não é “poste às 20h porque sim”. É “poste nesse horário porque existe evidência de que aqui você performa melhor”. No fim, essa é a lógica mais importante: IA não serve pra criar mais ruído. Serve pra transformar redes sociais em um jogo menos amador e mais científico. Porque quando você usa dados pra tomar decisão, você para de competir no escuro e começa a construir resultado com inteligência. Faz sentido?
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